3 lições do livro amor pelas coisas imperfeitas

Li e gostei muito deste livro e vi algumas palestras do monge zen-budista coreano Haemin Sunin, que além de escritor, também é professor e fundador da Escola dos Corações Partidos em Seol, uma ONG que promove aconselhamento e meditação para pessoas que esta passando por situações difíceis.

O livro “Amor pelas coisas imperfeitas” é delicado e gentil, na escrita e nas mensagens, convidando o leitor a ser gentil com ele mesmo. Conta histórias pessoais como se ele estivesse falando com um amigo próximo, e assim entre os capítulos temos algumas ilustrações lindas e frases que nos fazem refletir.

E vou destacar 3 lições que aprendi lendo este livro e que talvez te desperte a vontade de ler também.

1. Não seja bonzinho demais

Neste capítulo, Haemin conta que a pessoa boazinha que faz tudo pelos outros, pode estar sofrendo por se sacrificar muito para colocar as necessidades do outro na frentes dos próprios. Uma frase muito maravilhosa do livro, que foi um conselho que ele próprio recebeu de um monje mais velho foi:

“Seja bonzinho com você mesmo primeiro e depois com os outros”.

Ele fala sobre a necessidade do autocuidado emocional, mental e físico; de prestar atenção nas suas necessidades. Escrevi também um post sobre isso aqui.

2. Como entender seu pai

Frequentemente o atrito com meu pai era sobre sua saúde, e eu insistia para ele ir no médico, tomar os remédios corretamente, fazer exercícios e por aí vai. Mas, geralmente ele até me ouvia, fazia uma coisa ou outra, mas logo parava.

E duas frases que foram poderosas para mudar minha forma de pensar:

“Se você ama alguém, em vez de fazer o que pensa que o outro precisa, faça o que ele lhe pedir. Apesar de ser com a melhor das intenções, fazer o que você acha que alguém precisa pode ser a semente de querer controlá-lo, de torná-lo de determinado jeito para agradar você”

E outra foi: : “A melhor maneira de fazer alguém que você ama cuidar da saúde é cuidando da sua própria”.

3. Como lidar com as emoções difíceis

Ele conta sobre ter coragem de olhar para nós mesmos e como esse ato ajuda no processo de cura.

Então “Quando emoções difíceis como solidão, tristeza e medo brotam dentro de você, a coisa mais corajosa a fazer é passar um tempo com elas. Em vez de fugir ligando a TV ou ligando para um amigo, sente-se com elas e olhe-as em silêncio. Quando prestar atenção a elas, elas vão mudar de forma, desaparecer ou fazê-lo ver que não são tão aterrorizantes assim”.

Super recomendo esta leitura para todos, o livro é curtinho e bem escrito. E também nesta edição ele veio com capa dura, assim também é uma ótima dica para presentear alguém que você ama.

Publicado por Patricia Yoshioka

Sou Eneacoach e Coach psicodinâmico, além de publicitária pós graduada pela FGV, dra. farmacêutica e bioquímica pela USP, taróloga, estudiosa sobre jornadas de transformação, eneagrama e recentemente apaixonada por envelhecimento.

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